"Os bens precisam circular. Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem. Dê o que não usa mais. Venda, troque, movimente e não acumule. Dê espaço para o novo."
Trecho do livro "Faça dar certo" de Gasparetto
A doutrina espírita sempre nos recorda que somos mordomos e estamos no dever de guarda dos bens materiais. Tudo que possuímos materialmente não nos pertence, devendo, pela caridade, ser destinado às pessoas mais necessitadas que vivem esperando uma ajuda para continuarem vivendo.
Para os que conhecem o Evangelho Segundo o Espiritismo e já teve a oportunidade de ler o capítulo "Que não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita", sabe que a verdadeira caridade é aquela que fazemos de coração, no intuito de auxiliar o próximo; é aquela feita de forma discreta, sem ostentação, para que o irmão que recebe a doação não se sinta humilhado. Essa caridade agrada a Deus!
O ato de caridade que visa apenas a promoção pessoal não será recompensada aos que a praticam. Caridade é amor, e não podemos amar esperando a recompensa ou reconhecimento.
Aos que não se acham em condições de doar bens materiais, não se entristeçam, pois podemos sempre doar o nossa abraço amigo, nossos pensamentos positivos, uma prece aos que sofrem, um simples sorriso. Os bons gestos são mais do pensamos.
Por fim, gostaria de acrescentar que aos que estão dispostos a praticar a caridade, não se restrinjam apenas aos bens que não lhe servem, porque lhes são inúteis, já passaram da moda, ou porque são "de estimação". Joanna de Ângelis no capítulo 21 do livro SOS FAMÍLIA, nos convida a doar também coisas novas, para assim darmos o nosso melhor àqueles que nada possuem. Joanna ainda declara que somente doando aquilo que acreditamos possuir hoje é que realmente possuiremos alguma coisa. Essa mensagem é profunda e nos faz perceber que o que nos enriquece sempre são os atributos morais.
Pensemos nisso!
Um ótimo dia a todos.
Esse blog é uma tentativa de fazer com que possamos pensar juntos... É minha primeira experiência e posso falar de Direito, espiritismo ou sobre coisas do cotidiano. E o mais importante é que através do comentários de vocês podemos fazer desse blog algo a mais. Vamos pensar juntos??
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
SERÃO CONSOLADOS
Muitos que sofrem criaram as aflições de que se tornam vítimas. Carregam o sofrimento exalando ira mal dissimulada.
Há pessoas aflitas pela usura, de que não se libertam, pelo ciúme que as enceguecem ou pelas tramas do desânimo.
Outras mais se afligem pela insatisfação face aos prazeres dissolventes ou pela sofreguidão nascida da revolta íntima.
toda aflição se fixa em raízes que devem ser extirpadas. As causas são atuais ou se prendem ao passado espiritual.
Há aflições que conduzem a crimes.
Só a aflição resignada receberá consolo.
Há aflitos que, embora em lágrimas, atendem ao pranto alheio;
Perseguidos, não se fazem perseguidores;
Enfermos, estimam a saúde do próximo;
Incompreendidos, mantêm a compreensão.
Esses serão consolados.
Indispensável avaliar a aflição e conduzi-la às fontes do Evangelho, com serenidade. Ali, as dores se acalmam e as lágrimas secam.
Joanna de Ângelis - Médium Divaldo Franco
_____________________________________________________________________________
COMENTÁRIOS:
Todos nós passamos por dificuldades, isso é inegável.
Uns sentem mais, outros menos.
Isso se deve ao nosso nível de progresso espiritual, o que podemos perceber inclusive em nosso cotidiano.
Admiramos as pessoas que, dentro do nosso círculo de convívio social, sempre se demonstram disponíveis à prática da caridade, que sempre consolam seus amigos, que sempre se esforçam para compreender e perdoar o outro. E esses serão consolados.
A própria mensagem vem corroborar o ensinamento extraído do Evangelho Segundo o Espiritismo, que nos diz que bem aventurados serão os aflitos. Não podemos ter dúvidas com relação a isso.
Você pode achar estranho e me perguntar se estou falando sério, se você agora deve se render ao sofrimento para ser feliz amanhã. Eu lhe direi que quando o sofrimento de que a mensagem trata é aquele que decorrem de nossos próprios erros cometidos durante o processo reencarnatório.
Quantas vezes não deixamos de cumprir o mandamento de amor, humilhamos nosso próximo, deixamos de praticar a caridade?
Precisamos pensar nisso.
Deus é amor, e tudo que ele nos pede é que comecemos a amar.
Busquemos aceitar com resignação as impaciências e dificuldades de hoje;
Busquemos ver que tudo de bom e de ruim que nos acontece é para o nosso próprio bem, que é auxílio para a nossa reforma íntima;
Lutemos contra o orgulho e o egoísmo, grandes chagas da humanidade;
Não procuremos viver apenas dos prazeres efêmeros dessa existência, pois precisamos nos preparar para a felicidade eterna do plano espiritual.
Que nossos sofrimentos não nos torne pessoas amargas, rudes, insensíveis;
Que possamos superar as dificuldades com o amor, com a prática do bem.
Vamos propor o culto ao amor àqueles que nos são próximos, e comecemos especialmente no lar.
LEMBREMOS: Benevolência para com o nosso próximo; Indulgência para com os defeitos do nosso próximo; e Perdoemos o próximo para então, um dia, sermos perdoados.
Há pessoas aflitas pela usura, de que não se libertam, pelo ciúme que as enceguecem ou pelas tramas do desânimo.
Outras mais se afligem pela insatisfação face aos prazeres dissolventes ou pela sofreguidão nascida da revolta íntima.
toda aflição se fixa em raízes que devem ser extirpadas. As causas são atuais ou se prendem ao passado espiritual.
Há aflições que conduzem a crimes.
Só a aflição resignada receberá consolo.
Há aflitos que, embora em lágrimas, atendem ao pranto alheio;
Perseguidos, não se fazem perseguidores;
Enfermos, estimam a saúde do próximo;
Incompreendidos, mantêm a compreensão.
Esses serão consolados.
Indispensável avaliar a aflição e conduzi-la às fontes do Evangelho, com serenidade. Ali, as dores se acalmam e as lágrimas secam.
Joanna de Ângelis - Médium Divaldo Franco
_____________________________________________________________________________
COMENTÁRIOS:
Todos nós passamos por dificuldades, isso é inegável.
Uns sentem mais, outros menos.
Isso se deve ao nosso nível de progresso espiritual, o que podemos perceber inclusive em nosso cotidiano.
Admiramos as pessoas que, dentro do nosso círculo de convívio social, sempre se demonstram disponíveis à prática da caridade, que sempre consolam seus amigos, que sempre se esforçam para compreender e perdoar o outro. E esses serão consolados.
A própria mensagem vem corroborar o ensinamento extraído do Evangelho Segundo o Espiritismo, que nos diz que bem aventurados serão os aflitos. Não podemos ter dúvidas com relação a isso.
Você pode achar estranho e me perguntar se estou falando sério, se você agora deve se render ao sofrimento para ser feliz amanhã. Eu lhe direi que quando o sofrimento de que a mensagem trata é aquele que decorrem de nossos próprios erros cometidos durante o processo reencarnatório.
Quantas vezes não deixamos de cumprir o mandamento de amor, humilhamos nosso próximo, deixamos de praticar a caridade?
Precisamos pensar nisso.
Deus é amor, e tudo que ele nos pede é que comecemos a amar.
Busquemos aceitar com resignação as impaciências e dificuldades de hoje;
Busquemos ver que tudo de bom e de ruim que nos acontece é para o nosso próprio bem, que é auxílio para a nossa reforma íntima;
Lutemos contra o orgulho e o egoísmo, grandes chagas da humanidade;
Não procuremos viver apenas dos prazeres efêmeros dessa existência, pois precisamos nos preparar para a felicidade eterna do plano espiritual.
Que nossos sofrimentos não nos torne pessoas amargas, rudes, insensíveis;
Que possamos superar as dificuldades com o amor, com a prática do bem.
Vamos propor o culto ao amor àqueles que nos são próximos, e comecemos especialmente no lar.
LEMBREMOS: Benevolência para com o nosso próximo; Indulgência para com os defeitos do nosso próximo; e Perdoemos o próximo para então, um dia, sermos perdoados.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Princípio da insignificância
DECISÃO
Rejeitada aplicação do princípio da insignificância a furto de bicicleta de R$ 500
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou a aplicação do princípio da insignificância a um caso de furto de bicicleta no valor de R$ 500. O réu ingressou com pedido no STJ contra decisão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), que também havia afastado a aplicação do princípio. O pedido era que fosse restabelecida a sentença de primeiro grau, que rejeitou a acusação.
O réu impetrou habeas corpus no STJ com argumento de que não houve danos ao bem e que a vítima recuperou a bicicleta. O relator, ministro Og Fernandes, considerou que o crime é penalmente relevante. Para caracterizar fato típico na esfera penal a justificar uma condenação, três aspectos devem ser preenchidos: o formal, o subjetivo e o material.
A tipicidade formal, segundo o ministro, consiste no enquadramento da conduta do réu no tipo (o crime) previsto na lei penal. O aspecto subjetivo consiste no dolo (intenção) e a tipicidade material implica verificar se a conduta possui relevância penal diante da lesão provocada no bem jurídico tutelado (no caso, o patrimônio). “Deve-se observar o desvalor da conduta, o nexo da imputação e o desvalor do resultado, do qual se exige ser real e significante”, ressaltou o ministro.
No princípio da insignificância, não há a tipicidade material, apenas a formal, o que justifica a premissa da intervenção mínima. Para a aplicação do princípio da insignificância, segundo o relator, é exigida a mínima ofensa da conduta do agente, nenhuma periculosidade social da ação, reduzido grau de reprovação do comportamento e inexpressividade da lesão jurídica provocada.
A Sexta Turma negou a aplicação do princípio ao furto da bicicleta com base na reprovação da conduta do réu e no expressivo valor do bem. Na aplicação prática do princípio, de acordo com o ministro, deve-se agir com cautela, considerando-se insignificante aquilo que realmente o é, e tomando o cuidado de não desvirtuar o real alcance do instituto, para não deixar a sensação de insegurança na sociedade.
Matéria disponível em:
COMENTÁRIOS:
Acredito que é importante respeitar a liberdade das pessoas, especialmente a dignidade, pois sendo o homem o centro da sociedade, não podemos negar-lhe sua proteção e o reconhecimento da dignidade da pessoa humana.
Talvez você me pergunte se eu concordo que uma pessoa que cometeu um pequeno furto possa escapar da punição porque o juiz entendeu aplicável o princípio da insignificância...
Talvez você fique inconformado em pensar que aquele velho celular lanterninha que lhe foi furtado merecia ser reinvindicado por meio de sanção penal...
Talvez você pense que este tal princípio da insignificância seja só mais um meio de promover a impunidade que tanto nos deixa inseguros...
Mas, então, como decidir??
Defendo que estando presentes os requisitos, já citados no referido artigo, o princípio da insignificância deve ser aplicado. E sou partidária da corrente que defende sua não aplicação em razão da reincidência, pois acredito que defender que pequenos delitos passem a ser fatos materialmente atípicos é um meio hábil de indução ao cometimento dos mesmos, bem como da impunidade.
Creio que deve haver um equilíbrio, de forma que os interesses do lesado também sejam levados em conta.
Por fim, acho que devo deixar claro que antes de pensarmos em punir sempre, devemos pesar se vale realmente a pena colocar alguém para cumprir pena, se for o caso, dentro do nosso sistema penitenciário. Se formos defensores da ressocialização provavelmente não acharemos que essa é a melhor opção.
O que vocês acham???
Rejeitada aplicação do princípio da insignificância a furto de bicicleta de R$ 500
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou a aplicação do princípio da insignificância a um caso de furto de bicicleta no valor de R$ 500. O réu ingressou com pedido no STJ contra decisão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS), que também havia afastado a aplicação do princípio. O pedido era que fosse restabelecida a sentença de primeiro grau, que rejeitou a acusação.
O réu impetrou habeas corpus no STJ com argumento de que não houve danos ao bem e que a vítima recuperou a bicicleta. O relator, ministro Og Fernandes, considerou que o crime é penalmente relevante. Para caracterizar fato típico na esfera penal a justificar uma condenação, três aspectos devem ser preenchidos: o formal, o subjetivo e o material.
A tipicidade formal, segundo o ministro, consiste no enquadramento da conduta do réu no tipo (o crime) previsto na lei penal. O aspecto subjetivo consiste no dolo (intenção) e a tipicidade material implica verificar se a conduta possui relevância penal diante da lesão provocada no bem jurídico tutelado (no caso, o patrimônio). “Deve-se observar o desvalor da conduta, o nexo da imputação e o desvalor do resultado, do qual se exige ser real e significante”, ressaltou o ministro.
No princípio da insignificância, não há a tipicidade material, apenas a formal, o que justifica a premissa da intervenção mínima. Para a aplicação do princípio da insignificância, segundo o relator, é exigida a mínima ofensa da conduta do agente, nenhuma periculosidade social da ação, reduzido grau de reprovação do comportamento e inexpressividade da lesão jurídica provocada.
A Sexta Turma negou a aplicação do princípio ao furto da bicicleta com base na reprovação da conduta do réu e no expressivo valor do bem. Na aplicação prática do princípio, de acordo com o ministro, deve-se agir com cautela, considerando-se insignificante aquilo que realmente o é, e tomando o cuidado de não desvirtuar o real alcance do instituto, para não deixar a sensação de insegurança na sociedade.
Matéria disponível em:
COMENTÁRIOS:
Acredito que é importante respeitar a liberdade das pessoas, especialmente a dignidade, pois sendo o homem o centro da sociedade, não podemos negar-lhe sua proteção e o reconhecimento da dignidade da pessoa humana.
Talvez você me pergunte se eu concordo que uma pessoa que cometeu um pequeno furto possa escapar da punição porque o juiz entendeu aplicável o princípio da insignificância...
Talvez você fique inconformado em pensar que aquele velho celular lanterninha que lhe foi furtado merecia ser reinvindicado por meio de sanção penal...
Talvez você pense que este tal princípio da insignificância seja só mais um meio de promover a impunidade que tanto nos deixa inseguros...
Mas, então, como decidir??
Defendo que estando presentes os requisitos, já citados no referido artigo, o princípio da insignificância deve ser aplicado. E sou partidária da corrente que defende sua não aplicação em razão da reincidência, pois acredito que defender que pequenos delitos passem a ser fatos materialmente atípicos é um meio hábil de indução ao cometimento dos mesmos, bem como da impunidade.
Creio que deve haver um equilíbrio, de forma que os interesses do lesado também sejam levados em conta.
Por fim, acho que devo deixar claro que antes de pensarmos em punir sempre, devemos pesar se vale realmente a pena colocar alguém para cumprir pena, se for o caso, dentro do nosso sistema penitenciário. Se formos defensores da ressocialização provavelmente não acharemos que essa é a melhor opção.
O que vocês acham???
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Tempo para matar - TPM!!
Para vocês meninas que, às vezes, ou até mesmo sempre, sofrem com esse mal...
Para mim...
E até mesmo para os rapazes que perdem logo a paciência...
Há coisa mais chata que TPM?
Nossa, para mim isso é uma verdadeira tortura.
Acabo ficando com raiva de mim, do vento, do mundo...
Começo a me sentir consumida por uma verdadeira agonia, gastura, raiva, impaciência...
E nem me venha com "isso é culpa de Eva que comeu a maça"....
Isso irrita ainda mais as que sofrem com isso.
E o que fazer??
Sinceramente, eu não sei!!
Há quem fale que o ideal é cortar do cardápio o chocolate, o sorvete, a coca-cola, batata frita...
É possível??
Para mim, não.
Só não aconselho ir ao salão e cortar o cabelo..
Esse mês minha cabeleireira sofreu um "tiuti" e fez uma obra terrível no meu cabelo...
Quase choro....
Para ser sincera, nem sei porque estou escrevendo isso..
Acho que já estou ficando irritada de novo.
Será que foi o sorvete que tomei depois do almoço??
kkkk
Se dizem ser complicado entender mulher, mais ainda é suporta uma TPM forte!
Entretanto, vou dar uma dica que deve ser infalível para todos nós, vamos REZAR!!!
Ler uma mensagem....
Tentar acalmar nosso coração!!
Para mim...
E até mesmo para os rapazes que perdem logo a paciência...
Há coisa mais chata que TPM?
Nossa, para mim isso é uma verdadeira tortura.
Acabo ficando com raiva de mim, do vento, do mundo...
Começo a me sentir consumida por uma verdadeira agonia, gastura, raiva, impaciência...
E nem me venha com "isso é culpa de Eva que comeu a maça"....
Isso irrita ainda mais as que sofrem com isso.
E o que fazer??
Sinceramente, eu não sei!!
Há quem fale que o ideal é cortar do cardápio o chocolate, o sorvete, a coca-cola, batata frita...
É possível??
Para mim, não.
Só não aconselho ir ao salão e cortar o cabelo..
Esse mês minha cabeleireira sofreu um "tiuti" e fez uma obra terrível no meu cabelo...
Quase choro....
Para ser sincera, nem sei porque estou escrevendo isso..
Acho que já estou ficando irritada de novo.
Será que foi o sorvete que tomei depois do almoço??
kkkk
Se dizem ser complicado entender mulher, mais ainda é suporta uma TPM forte!
Entretanto, vou dar uma dica que deve ser infalível para todos nós, vamos REZAR!!!
Ler uma mensagem....
Tentar acalmar nosso coração!!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Pensando com a Lou: Se tudo acaba em pizza...
Pensando com a Lou: Se tudo acaba em pizza...: "Estava assistindo uma aula do professor Rodrigo Canda, da rede LFG e ele nos fez uma pergunta aparentemente 'ridícula' que caiu numa prova d..."
Se tudo acaba em pizza...
Estava assistindo uma aula do professor Rodrigo Canda, da rede LFG e ele nos fez uma pergunta aparentemente "ridícula" que caiu numa prova da magistratura....
Lembra daquela pizza clássica?
Pois bem, como se escreve?
Opções: Mussarella, Musarela, Mozzarela, Muçarela...
Você sabe qual grafia está correta???
Nem eu acreditei quando o professor disse, mas é MUÇARELA!!!!
Fui no Houaiss e é verdade!!
Me senti "acabando" em pizza!
kkkkkk
Tá vendo como sempre precisamos estudar?
Uma coisa tão simples e não sabemos como escrever.
Oitenta por cento (80%) dos candidatos erraram essa questão.
Eu também erraria.
E você?
Lembra daquela pizza clássica?
Pois bem, como se escreve?
Opções: Mussarella, Musarela, Mozzarela, Muçarela...
Você sabe qual grafia está correta???
Nem eu acreditei quando o professor disse, mas é MUÇARELA!!!!
Fui no Houaiss e é verdade!!
Me senti "acabando" em pizza!
kkkkkk
Tá vendo como sempre precisamos estudar?
Uma coisa tão simples e não sabemos como escrever.
Oitenta por cento (80%) dos candidatos erraram essa questão.
Eu também erraria.
E você?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
A Hipocrisia
Não sei se na cidade de vocês o cinema já possui o sistema de cadeira marcada.
Na minha cidade já convivemos com isso há uns dois anos.
Ontem fui ao Kinoplex assistir "Capitão América". Cheguei cedo, sentei na minha cadeira e estava esperando o filme começar.
Então vejo um casal chegar e pedir que um homem se retirasse porque ele estava sentado em uma das cadeiras deles. O homem alegou que sentou em outra cadeira porque a dele já estava ocupada, acabei me intrometendo dizendo: - Chama o lanterninha...
Afinal, eu não ia querer no meio do filme uma discussão sobre de quem é a cadeira e o porquê de as pessoas não respeitarem sua própria opção.
O rapaz se levantou e foi atrás da cadeira dele.
E lá estava, na mesma fileira que a minha, um senhor batendo o maior papo, sentado na cadeira que não era a dele.
O mais velho então reconheceu que estava na cdeira erra, mas como estava afim de conversar continuou lá mesmo...
Pediu desculpas e disse que o rapaz poderia se sentar na cadeira dele...
O rapaz para não se chato ficou sentado na cadeira que, em regra, era a do senhor.
E aí, o que vocês acham disso??
Eu acho errado, sinceramente.
Vou dizer porque.
Vivemos defendendo a organização, o respeito ao direito alheio, a melhoria dos serviços dos quais usufruimos. Então, se eu me dirijo a um cinema e ele tem um sistema de cadeiras marcadas para lhe assegurar organização, para permitir que você possa comprar seu ingresso antecipado pelo site e garantir aquele lugar que você tanto deseja, porque você desrespeita isso??
E se você não quer respeitar isso, é justo impor isso ao terceiro que seguiu a regra??
As leis existem para ser cumpridas..
E não me refiro apenas às leis do ordenamento jurídico. Falo das leis de convívio social também.
O cúmulo para mim foi ouvri depois o senhor que estava na cadeira errada dizer: - Esse sistema de cadeira marcada é muito bom!!
kkkkkk
Só poderia rir, e foi isso que fiz...
A pessoa age errado, defende o próprio erro e no fim elogia o sistema de cadeiras marcadas?!
Acho que preciso estudar raciocício lógico para ver se um dia serei capaz de abstrair melhor a moral das histórias com as quais me deparar.
E para finalizar vou apontar mais um coisa que me deixa um tanto indignada.
O referido senhor estava com jovens que pareciam ser seus netos....
Suponho eu que por ser o mais velho ele deveria dar o exemplo, mas pelo contrário, ajudou a incutir na mente de seus próprios netos que não tem problema não cumprir regras.
Acredito que precisamos rever nossos conceitos e atos.
Isso serve para todos nós...
Na minha cidade já convivemos com isso há uns dois anos.
Ontem fui ao Kinoplex assistir "Capitão América". Cheguei cedo, sentei na minha cadeira e estava esperando o filme começar.
Então vejo um casal chegar e pedir que um homem se retirasse porque ele estava sentado em uma das cadeiras deles. O homem alegou que sentou em outra cadeira porque a dele já estava ocupada, acabei me intrometendo dizendo: - Chama o lanterninha...
Afinal, eu não ia querer no meio do filme uma discussão sobre de quem é a cadeira e o porquê de as pessoas não respeitarem sua própria opção.
O rapaz se levantou e foi atrás da cadeira dele.
E lá estava, na mesma fileira que a minha, um senhor batendo o maior papo, sentado na cadeira que não era a dele.
O mais velho então reconheceu que estava na cdeira erra, mas como estava afim de conversar continuou lá mesmo...
Pediu desculpas e disse que o rapaz poderia se sentar na cadeira dele...
O rapaz para não se chato ficou sentado na cadeira que, em regra, era a do senhor.
E aí, o que vocês acham disso??
Eu acho errado, sinceramente.
Vou dizer porque.
Vivemos defendendo a organização, o respeito ao direito alheio, a melhoria dos serviços dos quais usufruimos. Então, se eu me dirijo a um cinema e ele tem um sistema de cadeiras marcadas para lhe assegurar organização, para permitir que você possa comprar seu ingresso antecipado pelo site e garantir aquele lugar que você tanto deseja, porque você desrespeita isso??
E se você não quer respeitar isso, é justo impor isso ao terceiro que seguiu a regra??
As leis existem para ser cumpridas..
E não me refiro apenas às leis do ordenamento jurídico. Falo das leis de convívio social também.
O cúmulo para mim foi ouvri depois o senhor que estava na cadeira errada dizer: - Esse sistema de cadeira marcada é muito bom!!
kkkkkk
Só poderia rir, e foi isso que fiz...
A pessoa age errado, defende o próprio erro e no fim elogia o sistema de cadeiras marcadas?!
Acho que preciso estudar raciocício lógico para ver se um dia serei capaz de abstrair melhor a moral das histórias com as quais me deparar.
E para finalizar vou apontar mais um coisa que me deixa um tanto indignada.
O referido senhor estava com jovens que pareciam ser seus netos....
Suponho eu que por ser o mais velho ele deveria dar o exemplo, mas pelo contrário, ajudou a incutir na mente de seus próprios netos que não tem problema não cumprir regras.
Acredito que precisamos rever nossos conceitos e atos.
Isso serve para todos nós...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Vida Amarrada
"Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais belas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho feiticeiro da tribo...
- Nós nos amamos... e vamos nos casar - disse o jovem. - E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã... alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho, emocionado, ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Há uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, caçar o falcão mais vigoroso do monte e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo - continuou o feiticeiro - deves escalar a Montanha do Trovão, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e, somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la e trazê-la viva até aqui.
Os jovens se abraçaram com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada.
No dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco. O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos, e viu que eram verdadeiramente formosos exemplares.
- E agora o que faremos? - perguntaram os jovens.
- Apanhem as aves - disse o feiticeiro - e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro. Quando as tiverem bem amarradas, soltem-nas, para que voem livres.
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado. A águia e o falcão tentaram voar, mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.
O velho feiticeiro disse:
- Jamais esqueçam o que estão vendo. Este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados."
------------------------------------------------------------------------------------------------
COMENTÁRIOS:
Gostei muito dessa mensagem, pois em sua simplicidade, ela é capaz de nos dizer que não podemos pensar em viver para sempre presos a uma pessoa para realmente nos amarmos.
O amor é um sentimento sublime que deve servir para unir homem e mulher, numa relação de companheirismo, com carinho, compreensão e respeito, sem que isso signifique que as pessoas devam perder sua liberdade.
Imaginou se os casais andassem sempre algemados um ao outro?!!?
Acredito que no mínimo seria desconfortável para os dois essa sensação de estar preso, de não ter liberdade, intimidade.
Sufoca o fato de que sempre que se vá fazer alguma coisa, alguém esteja medindo seu passos, sempre lhe dizendo o que fazer, o que não fazer, o que é certo ou errado.
Será que se Deus nos deu o livre arbítrio, podemos nós nos acharmos no direito de tolher a liberdade do outro?
Isso é amor?
Precisamos respeitar o próximo se o amamos verdadeiramente.
- Nós nos amamos... e vamos nos casar - disse o jovem. - E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã... alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos... que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho, emocionado, ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Há uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, caçar o falcão mais vigoroso do monte e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo - continuou o feiticeiro - deves escalar a Montanha do Trovão, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e, somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la e trazê-la viva até aqui.
Os jovens se abraçaram com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada.
No dia estabelecido, à frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco. O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos, e viu que eram verdadeiramente formosos exemplares.
- E agora o que faremos? - perguntaram os jovens.
- Apanhem as aves - disse o feiticeiro - e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro. Quando as tiverem bem amarradas, soltem-nas, para que voem livres.
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado. A águia e o falcão tentaram voar, mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.
O velho feiticeiro disse:
- Jamais esqueçam o que estão vendo. Este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados."
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COMENTÁRIOS:
Gostei muito dessa mensagem, pois em sua simplicidade, ela é capaz de nos dizer que não podemos pensar em viver para sempre presos a uma pessoa para realmente nos amarmos.
O amor é um sentimento sublime que deve servir para unir homem e mulher, numa relação de companheirismo, com carinho, compreensão e respeito, sem que isso signifique que as pessoas devam perder sua liberdade.
Imaginou se os casais andassem sempre algemados um ao outro?!!?
Acredito que no mínimo seria desconfortável para os dois essa sensação de estar preso, de não ter liberdade, intimidade.
Sufoca o fato de que sempre que se vá fazer alguma coisa, alguém esteja medindo seu passos, sempre lhe dizendo o que fazer, o que não fazer, o que é certo ou errado.
Será que se Deus nos deu o livre arbítrio, podemos nós nos acharmos no direito de tolher a liberdade do outro?
Isso é amor?
Precisamos respeitar o próximo se o amamos verdadeiramente.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Pensando com a Lou: AFEIÇÕES
Pensando com a Lou: AFEIÇÕES: "'Não será lícito esquecer nossa própria necessidade de afeto, mas ponderemos: Os entes amados apoiar-nos-ão no desempenho de nossos deveres..."
AFEIÇÕES
"Não será lícito esquecer nossa própria necessidade de afeto, mas ponderemos:
Os entes amados apoiar-nos-ão no desempenho de nossos deveres, porém não conseguirão cumpri-los por nós.
O professor prepara o aluno, entretanto não lhe viverá, de futuro, os percalços da profissão.
Os próprios pais, por mais que se dediquem à felicidade dos filhos, não logram arredá-los das experiências a que se destinam.
Amemos nossos familiares e amigos, sem exigir, todavia, venham um dia a fazer o trabalho que nos cabe realizar.
Eles serão provavelmente criaturas admiráveis no entendimento e na virtude, entretanto não nos conhecem as lutas mais íntimas, tanto quanto ignoramos as deles.
As afeiçoes nos ajudam na parte visível das dificuldades; mas não são capazes de solucionar por nós os problemas profundos que trazemos na intimidade do coração.
Aí, estamos insulados e entregues à nossa própria consciência e ao Juízo de Deus".
EMMANUEL - MÉDIUM CHICO XAVIER
-------------------
Comentários
Por sermos da espécie humana, já compreendemos há muito que somos seres sociais. Nascemos para viver em sociedade, sendo desde o início inseridos num seio familiar,onde aprendemos os primeiros passos. É comum e compreensível também que os pais no início da vida de seus filhos muitas vezes tentem lhes proteger excessivamente de tudo. Afinal, num mundo onde vivemos com na maior parte o tempo com medo isso se torna mais frequente.
Então lemos essa mensagem e a primeira ideia que podemos abstrair é a de que apesar de sermos seres sociais e dependermos do afeto, não podemos nos escorar nos entes queridos e amigos, na espera de que eles sempre resolvam nossos problemas, até mesmo porque é impossível um terceiro solucionar tudo, independentemente do amor e carinho que guarde por nós.
Há momentos em nossas vidas em que precisaremos andar sozinhos, correr os riscos sozinhos, tomarmos nossas decisões... É preciso aprender com nossas próprias experiências, com o sofrimento, com a perda...
As experiências que vivenciamos nos faz ser quem somos.
Para nos tornarmos pessoas (espíritos) melhores, precisamos buscar o lado bom das coisas, pois se elas acontecem,se Deus permite que elas aconteçam conosco é porque há algo de bom para nosso aprendizado e amadurecimento (reforma íntima).
Buscar apenas o lado ruim das coisas não nos fará mais felizes, pelo contrário, estaremos apenas guardando rancor e mágoa em nossos corações.
Deus nos fez para sermos centelhas vivas de seu amor.
É importante amarmos nossos familiares, pois é no lar que começamos a por em prática a máxima "amar ao próximo como a ti mesmo". E a chave da nossa felicidade está aqui, no AMOR!
Vamos realizar nossas tarefas, viver nossos momentos, lutar nossas lutas íntimas, pois ninguém pode fazer isso por nós. O amor que recebemos nos ajudará no caminho, mas apenas nós somos capazes de acalmar nossos corações.
Os entes amados apoiar-nos-ão no desempenho de nossos deveres, porém não conseguirão cumpri-los por nós.
O professor prepara o aluno, entretanto não lhe viverá, de futuro, os percalços da profissão.
Os próprios pais, por mais que se dediquem à felicidade dos filhos, não logram arredá-los das experiências a que se destinam.
Amemos nossos familiares e amigos, sem exigir, todavia, venham um dia a fazer o trabalho que nos cabe realizar.
Eles serão provavelmente criaturas admiráveis no entendimento e na virtude, entretanto não nos conhecem as lutas mais íntimas, tanto quanto ignoramos as deles.
As afeiçoes nos ajudam na parte visível das dificuldades; mas não são capazes de solucionar por nós os problemas profundos que trazemos na intimidade do coração.
Aí, estamos insulados e entregues à nossa própria consciência e ao Juízo de Deus".
EMMANUEL - MÉDIUM CHICO XAVIER
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Comentários
Por sermos da espécie humana, já compreendemos há muito que somos seres sociais. Nascemos para viver em sociedade, sendo desde o início inseridos num seio familiar,onde aprendemos os primeiros passos. É comum e compreensível também que os pais no início da vida de seus filhos muitas vezes tentem lhes proteger excessivamente de tudo. Afinal, num mundo onde vivemos com na maior parte o tempo com medo isso se torna mais frequente.
Então lemos essa mensagem e a primeira ideia que podemos abstrair é a de que apesar de sermos seres sociais e dependermos do afeto, não podemos nos escorar nos entes queridos e amigos, na espera de que eles sempre resolvam nossos problemas, até mesmo porque é impossível um terceiro solucionar tudo, independentemente do amor e carinho que guarde por nós.
Há momentos em nossas vidas em que precisaremos andar sozinhos, correr os riscos sozinhos, tomarmos nossas decisões... É preciso aprender com nossas próprias experiências, com o sofrimento, com a perda...
As experiências que vivenciamos nos faz ser quem somos.
Para nos tornarmos pessoas (espíritos) melhores, precisamos buscar o lado bom das coisas, pois se elas acontecem,se Deus permite que elas aconteçam conosco é porque há algo de bom para nosso aprendizado e amadurecimento (reforma íntima).
Buscar apenas o lado ruim das coisas não nos fará mais felizes, pelo contrário, estaremos apenas guardando rancor e mágoa em nossos corações.
Deus nos fez para sermos centelhas vivas de seu amor.
É importante amarmos nossos familiares, pois é no lar que começamos a por em prática a máxima "amar ao próximo como a ti mesmo". E a chave da nossa felicidade está aqui, no AMOR!
Vamos realizar nossas tarefas, viver nossos momentos, lutar nossas lutas íntimas, pois ninguém pode fazer isso por nós. O amor que recebemos nos ajudará no caminho, mas apenas nós somos capazes de acalmar nossos corações.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Pensando com a Lou: Brasil - Coisas que não entendo
Pensando com a Lou: Brasil - Coisas que não entendo: "Juro a vocês que há coisas que não compreendo no nosso país. Um exemplo disso, para efeito meramente ilustrativo, foi a criação do cadastro..."
Brasil - Coisas que não entendo
Juro a vocês que há coisas que não compreendo no nosso país.
Um exemplo disso, para efeito meramente ilustrativo, foi a criação do cadastro positivo de consumidores.
Alguém pode me explicar o porquê dessa "espetacular" criação?!?
Não consigo vislumbrar a necessidade ante os diversos problemas nos vários setores do país.
A corrupção corre solta em todos os níveis de poder, a violência cresce nas ruas, várias leis aguardam seu complemento (normas penais em branco, dentre outras), professores são maltratados nas escolas, pessoas morrem constantemente no trânsito, as ruas da minha cidade são um verdadeiro queijo suíço, enfim, vejo tanta coisa de maior importância que não consigo achar que essa inovação de cadastro positivo seja grande coisa.
Pense...
Existem os famosos SPC e SERASA onde o nome dos maus pagadores são inscritos no caso de inadimplência, o que permite aos lojistas se previnirem de um possível calote.
Se eu já tenho essa ferramenta para que eu criar uma que é só o inverso dessa?!?!
Se eu pago minhas contas e não tenho meu nome inscrito na cadastro dos maus pagadores eu posso ou não estar no cadastro positivo de consumidores, o que vai depender da minha vontade de figurar nesse novo cadastro e se eu pago minhas contas perfeitamente, o que suponho ser antes da data de vencimento.
Entretanto, se eu pago, mesmo que com um atraso, não deixo de pagar. Pelo contrário, pago mais. Isso porque, o pagamento após o vencimento inclui juros e multa. Me torno má pagadora por isso??
Ninguém nunca pode ser bom pagador se atrasa uma conta???
Não bastaria que meu nome não estivesse inscrito no SPC e SERASA??
Mas isso fica a critério de cada um...
Só acredito que muitas coisas poderiam estar sendo feitas pelos "nobres" deputados e senadores, além dessas inovações que parecem nada inovar.
Estamos vivenciando mais um escândalo, agora em cena o DNIT com seu ex ministro que declarou "o DNIT não tem o DNA de corrupto"....
Depois temos a certeza de que outros virão.
Um exemplo de inovação legislativa para mim hoje, seria a criação de um tipo penal que descreva como crime a conduta de efetuar ligação clandestina de sinal de TV a cabo. Isso hoje não é crime, não passa de um ilícito civil... É justo?? Não acho que seja, visto que o lucro das empresas não é afetado por isso, pois nós consumidores pagamos pelos possíveis "gatos". E o STF afirmou que não é crime...
"A 2ª Turma concedeu habeas corpus para declarar a atipicidade da conduta de condenado pela prática do crime descrito no art. 155, § 3º, do CP ("Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: ... § 3º - Equipara-se à coisa móvel a energia elétrica ou qualquer outra que tenha valor econômico."), por efetuar ligação clandestina de sinal de TV a cabo. Reputou-se que o objeto do aludido crime não seria "energia" e ressaltou-se a inadmissibilidade da analogia in malam partem em Direito Penal, razão pela qual a conduta não poderia ser considerada penalmente típica". (HC 97261/RS, rel. Min. Joaquim Barbosa, 12.4.2011)
Concordo com a decisão, mas não com a impunidade.
Mas mora legislativa aqui é algo comum...
Desde 1988 aguardamos uma lei que regulamente o direito de greve dos servidores públicos.. E é claro que nada aconteceu.
Entretanto, depois que o STF traz uma solução, o Poder Legislativo gosta de retrucar, criticando o ativismo judicial....
Convenhamos isso é um circo.
Acho que sou uma brasileira descrente...
Você também???
Um exemplo disso, para efeito meramente ilustrativo, foi a criação do cadastro positivo de consumidores.
Alguém pode me explicar o porquê dessa "espetacular" criação?!?
Não consigo vislumbrar a necessidade ante os diversos problemas nos vários setores do país.
A corrupção corre solta em todos os níveis de poder, a violência cresce nas ruas, várias leis aguardam seu complemento (normas penais em branco, dentre outras), professores são maltratados nas escolas, pessoas morrem constantemente no trânsito, as ruas da minha cidade são um verdadeiro queijo suíço, enfim, vejo tanta coisa de maior importância que não consigo achar que essa inovação de cadastro positivo seja grande coisa.
Pense...
Existem os famosos SPC e SERASA onde o nome dos maus pagadores são inscritos no caso de inadimplência, o que permite aos lojistas se previnirem de um possível calote.
Se eu já tenho essa ferramenta para que eu criar uma que é só o inverso dessa?!?!
Se eu pago minhas contas e não tenho meu nome inscrito na cadastro dos maus pagadores eu posso ou não estar no cadastro positivo de consumidores, o que vai depender da minha vontade de figurar nesse novo cadastro e se eu pago minhas contas perfeitamente, o que suponho ser antes da data de vencimento.
Entretanto, se eu pago, mesmo que com um atraso, não deixo de pagar. Pelo contrário, pago mais. Isso porque, o pagamento após o vencimento inclui juros e multa. Me torno má pagadora por isso??
Ninguém nunca pode ser bom pagador se atrasa uma conta???
Não bastaria que meu nome não estivesse inscrito no SPC e SERASA??
Mas isso fica a critério de cada um...
Só acredito que muitas coisas poderiam estar sendo feitas pelos "nobres" deputados e senadores, além dessas inovações que parecem nada inovar.
Estamos vivenciando mais um escândalo, agora em cena o DNIT com seu ex ministro que declarou "o DNIT não tem o DNA de corrupto"....
Depois temos a certeza de que outros virão.
Um exemplo de inovação legislativa para mim hoje, seria a criação de um tipo penal que descreva como crime a conduta de efetuar ligação clandestina de sinal de TV a cabo. Isso hoje não é crime, não passa de um ilícito civil... É justo?? Não acho que seja, visto que o lucro das empresas não é afetado por isso, pois nós consumidores pagamos pelos possíveis "gatos". E o STF afirmou que não é crime...
"A 2ª Turma concedeu habeas corpus para declarar a atipicidade da conduta de condenado pela prática do crime descrito no art. 155, § 3º, do CP ("Art. 155 - Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel: ... § 3º - Equipara-se à coisa móvel a energia elétrica ou qualquer outra que tenha valor econômico."), por efetuar ligação clandestina de sinal de TV a cabo. Reputou-se que o objeto do aludido crime não seria "energia" e ressaltou-se a inadmissibilidade da analogia in malam partem em Direito Penal, razão pela qual a conduta não poderia ser considerada penalmente típica". (HC 97261/RS, rel. Min. Joaquim Barbosa, 12.4.2011)
Concordo com a decisão, mas não com a impunidade.
Mas mora legislativa aqui é algo comum...
Desde 1988 aguardamos uma lei que regulamente o direito de greve dos servidores públicos.. E é claro que nada aconteceu.
Entretanto, depois que o STF traz uma solução, o Poder Legislativo gosta de retrucar, criticando o ativismo judicial....
Convenhamos isso é um circo.
Acho que sou uma brasileira descrente...
Você também???
domingo, 10 de julho de 2011
Justiça e amor
Enquanto alimentamos o mal em nossos pensamentos, palavras e ações, estamos sob os choques de retorno das nossas próprias criações, dentro da vida.
As dores que recebemos são a colheita dos espinhos que arremessamos.
Agora ou amanhã, recolheremos sempre o fruto vivo de nossa sementeira.
Só o amor é bastante forte para libertar-nos do cativeiro de nossos delitos.
A justiça edifica a penitenciária.
O amor levanta a escola.
A justiça tece o grilhão.
O amor traz a benção.
Quem fere a outrem encarcera-se nos efeitos lamentáveis da própria atitude.
Quem perdoa eleva-se.
Tudo é fácil para quem cultiva a fraternidade, porque o amor liberta e felicita.
Aprendamos a desculpar sempre, porque o céu da liberdade ou o inferno da condenação residem na intimidade de nossa própria consciência.
Emmanuel - médium Chico Xavier
Comentando...
Alguns dos que, por ventura, leiam esta mensagem podem não acreditar nos postulados da doutrina espírita, mas não é isso que peço.
A mensagem serve como meio de reflexão sobre a importância do amor e da justiça em nossas vidas.
Somos livres para viver e fazer nossas escolhas graças ao livre arbítrio. Sendo assim, muitas vezes optamos por buscar refúgio no caminho mais simples, que compreende a felicidade e momentos efêmeros, puramente materiais.
Precisamos cuidar do nosso espírito, precisamos buscar a reforma íntima, ou como digo, precisamos promover a mudança do homem velho pelo novo.
E porque não seguir a Lei de Amor??
Afinal, só temos a ganhar.
Se plantamos amor, colheremos amor.
Se plantarmos amizade, colheremos amizade.
Entretanto, se plantarmos inveja, ciúme, ódio, rancor, só poderemos colherer coisas ruins.
Não queremos nada de ruim para nós, então porque dar o que há de ruim em nós??
O exercício do amor torna aos poucos sua expressão mais fácil e, acabamos viciados em plantar amor, ao mesmo tempo em que promovemos nossa reforma íntima.
Vamos nos esforçar para retribuir o mal com o bem.
Vamos lutar no combate aos pensamentos ruins.
Lembremo-nos de que nossos pensamentos, palavras e ações produzem energia e emitem vibrações, atraindo para nós espíritos, encarnados e desencarnados, que estejam na mesma faixa vibracional.
Sejamos felizes...
Vamos higienizar nossa mente, afastando os pensamentos negativos com novos pensamento de natureza positiva.
Vamos buscar ter paciência com aqueles que caminham conosco.
Como diz a mensagem, somente o amor é forte o suficiente para nos libertar do cativeiro dos nossos próprios delitos.
Vamos perdoar para que sejamos perdoados.
E nunca esqueçamos de que nossas felidade depende de nossos pensamentos.
O céu ou o inferno podem andar conosco, de acordo com o tipo de pensamento que cultivamos.
Pense nisso!
As dores que recebemos são a colheita dos espinhos que arremessamos.
Agora ou amanhã, recolheremos sempre o fruto vivo de nossa sementeira.
Só o amor é bastante forte para libertar-nos do cativeiro de nossos delitos.
A justiça edifica a penitenciária.
O amor levanta a escola.
A justiça tece o grilhão.
O amor traz a benção.
Quem fere a outrem encarcera-se nos efeitos lamentáveis da própria atitude.
Quem perdoa eleva-se.
Tudo é fácil para quem cultiva a fraternidade, porque o amor liberta e felicita.
Aprendamos a desculpar sempre, porque o céu da liberdade ou o inferno da condenação residem na intimidade de nossa própria consciência.
Emmanuel - médium Chico Xavier
Comentando...
Alguns dos que, por ventura, leiam esta mensagem podem não acreditar nos postulados da doutrina espírita, mas não é isso que peço.
A mensagem serve como meio de reflexão sobre a importância do amor e da justiça em nossas vidas.
Somos livres para viver e fazer nossas escolhas graças ao livre arbítrio. Sendo assim, muitas vezes optamos por buscar refúgio no caminho mais simples, que compreende a felicidade e momentos efêmeros, puramente materiais.
Precisamos cuidar do nosso espírito, precisamos buscar a reforma íntima, ou como digo, precisamos promover a mudança do homem velho pelo novo.
E porque não seguir a Lei de Amor??
Afinal, só temos a ganhar.
Se plantamos amor, colheremos amor.
Se plantarmos amizade, colheremos amizade.
Entretanto, se plantarmos inveja, ciúme, ódio, rancor, só poderemos colherer coisas ruins.
Não queremos nada de ruim para nós, então porque dar o que há de ruim em nós??
O exercício do amor torna aos poucos sua expressão mais fácil e, acabamos viciados em plantar amor, ao mesmo tempo em que promovemos nossa reforma íntima.
Vamos nos esforçar para retribuir o mal com o bem.
Vamos lutar no combate aos pensamentos ruins.
Lembremo-nos de que nossos pensamentos, palavras e ações produzem energia e emitem vibrações, atraindo para nós espíritos, encarnados e desencarnados, que estejam na mesma faixa vibracional.
Sejamos felizes...
Vamos higienizar nossa mente, afastando os pensamentos negativos com novos pensamento de natureza positiva.
Vamos buscar ter paciência com aqueles que caminham conosco.
Como diz a mensagem, somente o amor é forte o suficiente para nos libertar do cativeiro dos nossos próprios delitos.
Vamos perdoar para que sejamos perdoados.
E nunca esqueçamos de que nossas felidade depende de nossos pensamentos.
O céu ou o inferno podem andar conosco, de acordo com o tipo de pensamento que cultivamos.
Pense nisso!
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